PORTO DIGITAL
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PICMET 2007
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A colaboração como forma de reduzir custos e melhorar imagem
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Perguntas que eu faria (e acabarei achando legal pesquisar e respondê-las):
- isso funciona para quaisquer tipos de atividades? se não, quais em especial?
- isso pode ser criada, ou somente pode ser incentivada quando já existe um fagulha?
- quais os impactos dessa colaboração para a imagem da organização?
- como seria um modelo de negócio que levasse em consideração a perspectiva do cliente como um co-produtor constante, um membro da equipe? Será que o osterwalder deixou um lugar para isso?
Vamos ver…
Capacitação: nova forma de agir
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Exemplo de post
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Ferramenta de gestão de processos
Os bpms são sistemas que articulam diversas funcionalidades associadas ao papel de um gestor de processos, que por sua vez tem a incumbência de projetar, coordenar & implementar, e monitorar & registrar desempenho & assegurar a geração de aprendizado em uma organização orientada pela visão de processos.
Pode uma ferramenta gratuita fazer tudo isso?
E, contrariando Friedman, existe jantar de graça?
nassim taleb e o cisne negro.
http://blog.longnow.org/2008/02/07/nassim-nicholas-taleb-the-future-has-always-been-crazier-than-we-thought/
Tenho gostado deste cara. Na primeira oportunidade, vou comprar o livro na amazon.
Desempenho e produtividade das americanas
Desde Lee Iacooca que eu venho acompanhando a questão do mercado automotivo. América versus Japão. Toyota (e nissan etc) versus as 3 grandes. A máquina que mudou o mundo (como disse o Womack) talvez não cause um espanto tão grande agora. Parece que segundo esse relatório Harbour, em 2010 os custos das americanas vai estar igual ao custo das japonesas.
E daí?! É preciso se reinventar. Mudar o ciclo de inovação e geração de valor das indústrias. Caso contrário, provavlemente o caminho será sangrar até morrer.
Abraços,
Daniel
Blogo do NYTimes – To Counter Google, Facebook Opens Its Code
http://bits.blogs.nytimes.com/2008/06/02/to-counter-google-facebook-sets-code-free/?nl=tech&emc=tech
In a bid to counter Google, Facebook is going open-source.
A year after its launched its much-heralded Facebook Platform – a way for third party developers to write programs that work inside the social network – the Palo Alto, Calif., company says it is making a “significant part” of its platform code open-source.
That means developers and companies working in the Facebook ecosystem will be able to see how the code works, manipulate it and give any improvements they make back to the company and other developers.
“The goal of this release is to help you as developers better understand Facebook Platform as a whole and more easily build applications,” the company said in a statement. “We’re also hoping you use Facebook Open Platform in ways we’ve never thought of.”
Though it is posing the announcement as something of an altruistic gift, there’s a bit of a chess strategy behind Facebook’s move. Google launched the competing Open Social initiative last November, a common set of software tools that developers can use to write programs for a variety of social networks, such as MySpace and LinkedIn.
Open Social gives Facebook some formidable competition for the hearts and minds of developers, whose work is seen as integral to making social networks a fun and enduring place for people to spend their time on the Web.
“Developers and users are fickle. They are going to go where barriers to entry are the lowest,” said Jeremiah Owyang, an analyst at Forrester Research. Facebook, he said, “needs to continue to build relationships with these developers or it is just going to be one of many platforms.”
Conferências Internacionais dos Engenheiros de Produção
Este é o link que hoje conheci:
http://www.iienet2.org/Landing.aspx?id=370
Gostei. Vale até a pena gastar 30 dólares para se associar (acho eu que vale).
Call for Papers – NASMEI International Marketing Conference
International Marketing Conference on Creating, Communicating, and Delivering Value, to be held in Chennai, India on December 22-23, 2008.
Inovação tem lugar central nas políticas industriais de países desenvolvidos
Ainda que tenham governos e composições políticas diferentes, os países desenvolvidos têm algo em comum: a inovação ocupa lugar central em suas políticas industriais, tornando-se motor das estratégias nacionais para a construção de economias mais competitivas no cenário internacional.
Mobilização Brasileira para a Inovação
Essa é uma das conclusões da pesquisa Mobilização Brasileira para a Inovação (Mobit), cujo relatório final foi apresentado durante o seminário “O desafio da inovação no Brasil e as estratégias em sete países”, na sede do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista.
Encomendado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) ao Observatório da Inovação e Competitividade, sediado no IEA, e executado pelo Centro de Análise e Planejamento (Cebrap), o estudo compara as políticas industriais de base tecnológica dos Estados Unidos, França, Canadá, Irlanda, Reino Unido, Finlândia e Japão, de modo a avaliar o papel da inovação no crescimento econômico brasileiro.
Comparando a capacidade inovadora
A pesquisa Mobit foi elaborada a partir de entrevistas com planejadores públicos, empresários e pesquisadores dos sete países. Trata-se de um estudo comparativo das principais estratégias internacionais para o estímulo de economias inovadoras. A partir desse estudo a idéia é aprimorar e conceber, no Brasil, políticas industriais e tecnológicas que reúnam governos, base empresarial, universidades e centros de pesquisa.
“A pretensão não foi estabelecer exatamente uma comparação no sentido de extrair desses sete países políticas a serem implementadas no Brasil. Isso é muito difícil de ser feito, se é que é possível”, disse Glauco Arbix, coordenador geral da pesquisa e professor do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Os dados coletados pelo trabalho são referentes ao ano 2000 em diante.
Programas e diretrizes
“A intenção foi montar um painel de programas e diretrizes e, a partir dos estudos realizados anteriormente no Brasil, captar e traduzir tendências internacionais que servirão de recomendações ao setor público brasileiro no que diz respeito às políticas de inovação, com base na atual Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior do governo federal”, acrescenta.
Segundo ele, apesar de todas as diferenças estruturais, todos os sete países pesquisados transitam para um novo paradigma em que o conhecimento ocupa lugar central na produção econômica. A preocupação de tornar suas economias permanentemente mais inovadoras é algo consensual entre essas nações.
“Isso significa que os sete governos, juntamente com associações de representação de classe e os centros universitários e de pesquisa, desenvolvem ativamente políticas, programas e planos que colocam a inovação no centro de suas estratégias nacionais de desenvolvimento”, aponta Arbix.
Emaranhado burocrático
Em todos os países pesquisados a preocupação em tornar os mercados mais amigáveis à inovação também é algo permanente, o que se traduz em políticas específicas no que se refere à infra-estrutura, ao sistema regulatório, aos incentivos e aos instrumentos necessários para otimizar o desempenho das empresas.
Por outro lado, o trabalho mostra que, por ter criado nos últimos anos novas instituições, leis e políticas específicas, como os fundos setoriais, Lei de Inovação, “Lei do Bem” e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI), o Brasil avançou no que se refere aos instrumentos legais e institucionais voltados à inovação.
Isso faz com que, segundo o estudo, as leis e políticas existentes não impeçam o Brasil de planejar e executar estratégias de crescimento econômico com base na inovação. No entanto, o emaranhado burocrático que constrange a atuação dos órgãos públicos ainda dificulta a coordenação das iniciativas voltadas para a construção de uma economia baseada nas atividades de inovação.
Falta de maturidade
“O Brasil ainda não tem a maturidade necessária quando se trata de definição de políticas industriais, tecnológicas e de inovação”, destacou Arbix. “Em contrapartida, todos os sete países analisados têm sólidas políticas nessas áreas, definem setores prioritários de atuação e conseguem manter essas definições ao longo do tempo e com as mudanças de governo”, afirma.
Entre os grandes obstáculos brasileiros à inovação apontados pelo estudo destacam-se a falta de ordenação política dos órgãos do governo envolvidos com a inovação, a desinformação em relação aos instrumentos de apoio existentes e o prazo longo para liberação de recursos.
Alteração qualitativa
“É totalmente errada a idéia de que basta elevar os níveis de investimentos para alterar qualitativamente a estrutura produtiva e de serviços do Brasil. Não há confirmação ou evidências de que esse seja o caminho mais viável. Os investimentos são sempre fundamentais, mas é necessário analisar os setores em que os recursos serão alocados”, disse.
“Se não determinar a qualidade dos investimentos, o governo brasileiro não dará conta de um dos principais entraves da economia brasileira, que é o atraso do país em relação a sua capacidade inovadora. O aumento de investimentos e o aumento da inovação são duas questões distintas, mas que precisam ser trabalhadas de forma combinada”, concluiu Arbix.
Pesquisa mostra que “apagão de engenheiros” é iminente
Após exatos dois anos de lançamento do Programa Inova Engenharia, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e por diversos parceiros, a carência de mão-de-obra qualificada no setor tecnológico continua a ser um dos principais problemas que emperram o desenvolvimento econômico do país.
Falta de engenheiros
A falta de pessoal, principalmente de engenheiros, é apontada na pesquisa “Mercado de Trabalho para o Engenheiro e Tecnólogo no Brasil”, divulgada pelo Sistema Indústria em parceria com o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea).
O estudo foi feito com dados de 2007, e dá continuidade às ações do Inova Engenharia. Lançado em 2006, o programa foi criado para promover uma ação de mobilização nacional em prol da modernização na educação da engenharia brasileira. A iniciativa conta com o apoio diversas instituições do meio acadêmico e dos setores públicos e privado brasileiro, entre elas a ABIPTI.
Empresas de todo o Brasil
Para realizar o novo trabalho, foi entrevistado um universo de 1.098 empresas, de todos os portes e setores, oriundas de todas as regiões do país. “Sabemos que a pesquisa é o melhor método para se radiografar qualquer situação e sugerir soluções de melhoria.
O programa Inova Engenharia reflete esse objetivo quando revela o perfil do profissional que temos hoje e o perfil que o mercado de trabalho e as novas tecnologias exigem”, destaca o presidente em exercício do Confea, Ricardo Veiga, em entrevista ao Gestão C&T.
Retorno de engenheiros do exterior
Em sua avaliação, a curto prazo, uma solução para resolver a questão da falta de pessoal qualificado seria tentar trazer de voltar ao país os engenheiros que atuam no exterior. “Mas isso é difícil. Esse pessoal se preparou para atuar fora e para retornar teriam que ter salários compatíveis”, afirma.
Para ele, a solução para a questão iminente do “apagão de engenheiros”, expressão que é constantemente utilizada pelo secretário executivo da ABIPTI, Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque, passa pela educação. Veiga acredita que, a médio prazo, é necessário estimular a opção por cursos técnicos e por profissões que têm a engenharia como base, o que não vem ocorrendo nos últimos anos. “A longo prazo, além de uma formação mais moderna, é preciso investir em pesquisa.”
Entre outros dados divulgados pela pesquisa, Veiga destaca que o mercado de trabalho registra poucas empresas que empregam grande quantidade de engenheiros. As que têm em seus quadros até cinco engenheiros representam mais de 60% do mercado. “As grandes empregadoras, com mais de 100 engenheiros, são apenas 2,8% do total.”
Engenheiros e pesquisadores
De acordo com o estudo, na grande maioria das empresas aparecem com destaque três tipos de engenheiros, os civis e afins, os eletricistas e eletrônicos e os mecânicos. No total, podem não ser as categorias mais contratadas, mas são as de presença mais constante em todos os portes de empresa.
Em quarto lugar vêm os pesquisadores de engenharia e tecnologia, bem distribuídos por todos os portes de empresas. “Em quinto lugar, mas com uma distribuição menos homogênea do que os pesquisadores, estão os engenheiros agrossilvipecuários, indicando o peso do setor agropecuário na economia brasileira”, aponta a pesquisa.
O sexto lugar é ocupado pelos engenheiros de produção, qualidade e segurança, com concentração acima da média entre as empresas que contratam de um a cinco engenheiros, o que, segundo o estudo, demonstra a preocupação crescente da micro e pequena empresa com qualidade e processos.
Programas de estágio para engenheiros
O trabalho também indica que o caminho mais comum para a entrada dos engenheiros nas empresas é pela participação em programas de estágio (junto com os estudos) ou após um período como trainee.
A necessidade de estágios é apontada como crucial por boa parte dos entrevistados na pesquisa como forma de superar a barreira da falta de prática no ensino. “A empresa é vista como participante do processo de formação real do engenheiro para as necessidades do mercado”, diz a pesquisa.
Correções no ensino da engenharia
O estudo aponta que, quando se fala nas correções ou ajustes que a educação de engenharia deveria sofrer, a questão da prática aparece sempre com destaque.
Ainda segundo a pesquisa, a necessidade de estágios é tão grande que são poucos os engenheiros que se formam no tempo mínimo de cinco anos, face à necessidade de dividir o tempo entre estudos e estágios se quiserem ter chances reais de bons empregos quando formados.
No entanto, o estudo indica que, se a entrada nas empresas depende de um período de estágio e treinamento, a permanência dependerá, cada vez mais, de atualização e adaptação a novas técnicas e tecnologias.
Outro dado que merece destaque é que, mesmo com programas de estágios e trainees, 41% das empresas ainda declaram realizar programas de treinamento específicos para os engenheiros recém contratados. “Por outro lado são relativamente poucas as que têm programas de atração de engenheiros recém formados ou prestes a se formarem”, diz a pesquisa.
Estágio atual da engenharia brasileira
Uma das seções do trabalho fez uma avaliação sobre o atual estágio da engenharia brasileira. Foram feitas várias perguntas aos entrevistados, que deram notas entre zero e sete a diferentes aspectos da engenharia e aos cursos de engenharia no Brasil.
De acordo com o estudo, na grande maioria das escolas de engenharia e superiores, a média sete permite ao aluno passar de ano sem exame final. “Desta forma, a nota sete é um separador do aceitável e do que está abaixo do aceitável”, aponta a pesquisa.
Foram avaliados os seguintes itens: adaptar-se às mudanças de mercado; engenheiros de modo geral; base teórica (matemática, ciências, engenharia); adaptar-se às demandas específicas das empresas; cursos de engenharia; formação de engenheiros.
A análise feita indica que a engenharia brasileira está quase que exatamente na média do adequado, sem nenhuma nota que se destaque para os aspectos selecionados. A avaliação também aponta que o grau de atualização das escolas de engenharia do Brasil fica abaixo da média. “As respostas às perguntas sobre o que poderia ser feito para melhorar o ensino de engenharia no Brasil indicam que, no Brasil, a universidade é pouco participante no processo de geração de inovação e tem dificuldades para acompanhar a indústria.”
O que a escola ensina e o que o mercado demanda
A pesquisa revela uma grande distância entre o que as escolas ensinam e aquilo que o mercado demanda. A principal queixa, a falta de prática profissional, é parcialmente resolvida pelo esquema de estágios e programas de trainees, mas mesmo assim as empresas alegam que precisam fazer uma contribuição substantiva sob a forma de treinamento na empresa, cursos fora e tempo de adaptação do engenheiro aos processos e produtos específicos da empresa.
Ensino mais prático, foco e trabalho em equipe
Entre as sugestões apresentadas pelas empresas entrevistadas constam: um ensino mais prático, em que um embasamento teórico firme não impeça que a aplicação prática da teoria seja aprofundada e se aproxime mais das condições utilizando instrumentos similares aos que existem no mercado; a oferta de cursos de especialização de foco restrito, porém em profundidade para áreas de interesse específico das empresas; evitar a preocupação só com os aspectos técnicos, colocando mais ênfase no trabalho em equipe, na capacidade de liderança e de gerenciamento de equipes e projetos complexos.
De acordo com o estudo, as propostas para melhorias apresentam soluções para eliminar os pontos críticos atuais. Ao fazer isso, colocam as próprias empresas como parte da solução, recomendando uma aproximação delas com os estudantes e com as escolas. “Isso não significa que elas estejam falando em bancar os investimentos necessários; ainda cobram das escolas e do governo mais investimento em laboratórios e equipamentos que atualizem as escolas”, indica a pesquisa.
Tecnólogos
Do total das empresas entrevistadas, 39% disseram já ter contratado tecnólogos. Na média, são 7,5 tecnólogos por empresa, em comparação com os 12,7 engenheiros por empresa.
“Com um tempo de formação mais curto, esse setor do ensino pode adaptar-se mais rapidamente à demanda do que o ensino superior tradicional, mais moroso e controlado na criação de vagas”, diz o estudo. Parte dos entrevistados também acredita que o tempo de formação mais curto do tecnólogo ainda permite que ele esteja mais atualizado ao se formar.
A pesquisa indica que, até o momento, a qualidade dos tecnólogos formados parece estar satisfazendo o mercado, que lhes dá uma média de 7,1, com 70% dos que fizeram a avaliação atribuindo-lhes notas entre sete e dez.
As áreas em que os tecnólogos são mais reconhecidos são as de mecânica, informática e as relacionadas à construção civil. Ainda segundo o estudo, com o sucesso em termos de qualidade de formação e agilidade no atendimento das demandas do mercado, a predisposição de aumento de contratações é um pouco mais alta do que para a contratação de novos engenheiros (65% contra 62% dos engenheiros).
IBM Global Logistics in Italy circa 1951-1960
http://www.iienet2.org/Blogger.aspx?category=Supply%20Chains%20Are%20Cool&blogid=612&about=10328
I recently came across the following photos that illustrate how IBM shipped its mainframes to clients in various parts of Italy between 1951-1960.
Obviously, this was shot in Venice, Italy. I’m not sure what type of mainframes are in the two crates (I am guessing anIBM 650), which weighed nearly 2,000 pounds and rented for $3200 per month. Just a little risky putting two of them on a wooden gòndola, don’t ya think? I would have loved to see how they loaded them on and how they planned to take them off.

Again, not sure what is in the crate or where in Italy this was shot. But I appreciate the fact that its being delivered on a wheelbarrow. I wonder how many wheelbarrow’s FedEx, UPS and DHL have in their fleet. You can’t make it out in this resolution, but in the middle of the crate it reads “Do not drop.” Classic.
This would make a great poster illustrating really bad supply chain security. TheIBM 7070 was a data processing system that hit the market in 1960 and it cost back then $813,000. So you gotta love the fact that IBM is not only advertising what is inside the trucks, but also where they are going “Banco di Napoli.” To their credit, there probably were only a few dozen people in Italy in the 1960s who actually knew what to do with that 7070, but still not something we would ever promote in this day and age. Though, if would be great to live in a world where we could. The logistics carrier is a company called Barghi or Borghi, I can’t really tell from the logo, but both come up empty in Google and Yahoo.
Gostei deste post. Simples e fala sobre uma forma de reduzir custos, sem cair o nível de serviço. Airline kaizen — action, not whining
My Way News – Airlines slow down flights to save on fuel
I’m just thrilled anytime I see an example of an airline making a process improvement (a “kaizen” if you will) instead of their usual game plan of whining, slashing employee pay, or cutting corners.
“Drivers have long known that slowing down on the highway means getting more miles to the gallon. Now airlines are trying it, too – adding a few minutes to flights to save millions on fuel.
Southwest Airlines started flying slower about two months ago, and projects it will save $42 million in fuel this year by extending each flight by one to three minutes.
On one Northwest Airlines flight from Paris to Minneapolis earlier this week alone, flying slower saved 162 gallons of fuel, saving the airline $535. It added eight minutes to the flight, extending it to eight hours, 58 minutes.
That meant flying at an average speed of 532 mph, down from the usual 542 mph.”
This is a simple kaizen we can ALL apply. Instead of just whining about high gas prices, drive slower, ease up on the “rabbit starts,” and keep your tires at the proper air pressure.To learn more about mileage improvement tips, click here.
Read more Everyday Lean Blogs
Posted by IIE Blogs at 05/02/2008 02:50:47 PM |
http://www.iienet2.org/Blogger_comment.aspx?id=11894&blogid=612
Colaboração programada desde a invenção da vida.
Esse é o que tirei do texto do clemente nóbrega, do dia 12/maio.
http://www.ideiaseinovacao.globolog.com.br/
Interações de soma positiva são as mais interessantes e enriquecedoras , mas também as mais difíceis,dada a tentação da trapaça.Trapacear(trair) é tentador porque aparentemente traz um ganho maior.Mas isso é ilusório. Interações repetidas entre os jogadores acabam revelando que você é fraudador,e você perde.O caso Enron foi exatamente isso.
Robert Wright- autor especialista nesses temas – formulou, uma espécie de lei, que dá conta dessa dinâmica. Se você examinar a história a partir da vida pré-civilizada, vai notar um padrão. Há uma direção na seta da história.
A vida em sociedade, segundo Wright, evolui assim: aparecem novas tecnologias que viabilizam (encorajam) novas formas de interação não zero que são mais ricas, mais vantajosas, para quem as pratica. Em seguida, surgem estruturas sociais para tirar partido desse potencial que acaba convertendo situações soma zero em situações de soma positiva. Acaba-se percebendo que é melhor domar o instinto natural de querer “vencer” o “outro” , ou tirar vantagem, ou explorar-e passamos a cooperar com ele. Por interesse, claro.
Com o passar do tempo, esses relacionamentos tornam-se mais abrangentes, passando a envolver mais gente.Ficam mais densos e entrelaçados, e as pessoas se vêem cada vez mais imersas em redes de interdependência mais ricas. Eis a lei de Wright- (formulada do meu jeito, claro):
Tanto a vida orgânica (pense no DNA) como a história humana em geral, envolvem interações que evoluem de soma zero total, para somas cada vez mais não zero; mais positivas. A complexidade das relações em sociedade-relações que são cada vez mais numerosas e mais abrangentes- implica em interações não zero cada vez mais elaboradas.
É essa acumulação de jogos que acaba fazendo com que os interesses “egoístas” de bactérias (que isoladamente são predatórias e desinteressantes) acabem colaborando para formar ,células,que vão “coagular” para formar estruturas vivas.
Nós somos colônias de bactérias que resolveram colaborar (fundindo-se em células) porque “perceberam” que era vantajoso para elas fazerem isso.O mesmo ocorre com a complexidade social.
Do bando isolado e individualista de caçadores-coletadores, onde só tinha gente da mesma família (gente com os mesmos genes), para a aldeia, o reino, o país, o estado, o mundo globalizado.
A busca de interações não zero é o que define a seta da história, desde a sopa primordial da qual emergiu a vida até a Internet.
Isso quer dizer, nas palavras de Wright, que um fenômeno como a globalização, está “programado” há muito tempo. Não apenas desde e invenção do telégrafo ou do barco a vapor, nem mesmo apenas desde a invenção da escrita ou da roda, mas desde a invenção da vida.
Patricia Seybold Group
O blog da PSB é o Outside Innovation, que dá nome ao livro que fala sobre os relacionamentos entre empresa e clientes.
Tem uma apresentação no seguinte endereço: http://www.slideshare.net/pseybold/using-web-20-for-outside-i-nnovation-seybold-stm-dec-07/
Business Week e S&P Innovation Index
A revista Business Week lançou um índice sobre empresas inovadoras. São empresas de capital aberto, que sobem ou caem de acordo com o movimento das ações. E o critério de entrada na lista das 25 empresas é a pesquisa anual feita em parceria com o Boston Consulting Group.
O interessante dessa ranking é ser uma referência sobre empresas que aplicam de alguma forma métodos e ferramentas em busca da inovação.
As listadas, até o próximo mês de maio, são:
Apple (AAPL)
Amazon (AMZN)
Boeing (BA)
BMW (BMW)
Cisco Systems (CSCO)
Dell (DELL)
Genentech (DNA)
eBay (EBAY)
General Electric (GE)
Google (GOOG)
Honda Motor
IBM (IBM)
Intel (INTC)
3M (MMM)
Motorola (MOT)
Microsoft (MSFT)
Nokia
Procter & Gamble (PG)
Samsung Electronics
Starbucks (SBUX)
Sony (SNE)
Target (TGT)
Toyota Motor (TM)
Wal-Mart Stores (WMT)
Walt Disney (DIS)
We’re going to iterate as we go along. Clearly one problem from the getgo is that we are building the index on a survey that took place nearly a year ago. We know that Motorola has blown up and that the cell phone unit is being shopped around Asia (so far no one wants it). Starbucks is in trouble and is trying to get back to the basics of aroma-experience marketing (ending its stinky breakfast fare which interfered with that wonderful coffee smell). Dell is just beginning its transformation from low-cost corporate seller of PCs to higher-priced, stylish, designed machines for individuals. And the whole tech sector is getting hammered as the recession gets nearer and nearer. Apple is down nearly 25% from its high.
McKinsey Quarterly
Outra fonte de informações muito boa é o site da consultoria mckinsey, onde eles disponibilizam estudos. Esses estudos geralmente são de seus colaboradores, e são uma das maiores fontes de geração de conhecimento worldwide e (tenho certeza) são um ótimo relações públicas!
Especificamente eu gostaria de comentar sobre o texto: Competitive advantage from better interactions.
PARC Forum
Quero recomendar enfaticamente o site do Palo Alto Research Forum (para quem não conhece a história, uma breve busca na Wikipedia pode dar as pistas mais importantes).
Nesta página específica estão os links para apresentações de diversos grandes nomes (ainda que desconhecidos) que deram suas influenciadas na cultura web que conhecemos hoje. Uma dessas pessoas é o criador do Truemors. Através de uma conversa muito bem elaborada e (muito!) engraçada ele nos mostra como começou, o quanto gastou e as principais ironias de seu modelo de operações, e de outros como youtube, google, ebay.


