Achei interessante. Tenho vários desses, e de todos ouvi falar.
Mas dos que não selecionei (talvez os outros 50%), não tinha idéia.
Vale a pena dar uma buscada na amazon e no ebay. Quem sabe tenho mais surpresas?

Uma sacada bacana da disciplina é: dominando o processo e não a inovação em si.

Esperto!

clipped from ocw.mit.edu

SUGGESTED BOOKS
Organizational learning: Creating, retaining, and transferring knowledge.
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Giants of enterprise: seven business innovators and the empires they built.
Mastering the dynamics of innovation.
The sources of innovation.
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Improving the logistics of delivering pizza

By Chris Sciacca 

Domino’s Pizza has created the Pizza Tracker. Domino’s is a US based pizza chain and to help improve customer service they are starting with logistics – ahh the delicious smell of the supply chain.

It works quite simply. Once you place your order the tracker follows your pizza from prep to bake to box to delivery. They aren’t using RFID tags or GPS tags on the pizza. I believe they know the average time for each step and simply start the tracking counter once the order is taken. But, it would be very cool if they were using RFID on the box or perhaps on some sort of high tech pizza tray that is always sitting under the pizza tracking it all the way. The RFID reader could also tell you the temperature in the oven. Why you’d want to know that, I’m not sure, but it would be cool. Then obviously, GPS in the delivery truck could take over.

Conjur — Tem como combater pirataria de software?
Juliana Viegas — Tem. A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), tem um bom programa de combate a pirataria. Ela ABES trabalha junto com a Business Software Alliance, uma associação de empresas de software, sem fins lucrativos, que combate a pirataria no setor. Eles têm até um telefone 0800 para receber denúncias. Um funcionário é despedido, fica chateado e telefona para o 0800 denunciando a empresa. O grande problema da pirataria não é a pessoa física que tem um software pirata em casa, são as grandes empresas que têm centenas de cópias de programa.

Conjur — As empresas são punidas pelo uso de cópias ilegais?
Juliana Viegas — Geralmente elas fazem acordo, porque não querem ser acionadas. Quando não há acordo vai-se à Justiça, que tem dado decisões muito boas: a empresa tem de pagar pelos softwares que usa e mesmo pelos softwares que comercializa. Porque tem empersas ainda mais afrontosas que reproduzem os softwares para vender a cópia pirata. O Brasil está tomando medidas corajosas contra a pirataria. Criado em 2004, o Conselho Nacional de Combate à Pirataria, do Ministério da Justiça e do qual a ABPI é membro, tomou algumas medidas bastante importantes. A partir de 2008, o CNCP entrou em um processo de planejamento estratégico, chamou uma empresa especializada, em Brasília, e já está praticamente finalizando o estudo. Com ele será possível estabelecer novos planos, programas e metas.

Classificação para apresentação oral em evento internacional

Classificação para apresentação oral em evento internacional

Muito interessante a iniciativa de São Paulo.
Vemos que com esforço (nem que só um pouco) e interesse público, a “coisa anda”.
Já vimos isso outras vezes: profissionalizando, entendendo (mapeando, discutindo), e com abertura para mudanças, o resultado muda a realidade social do lugar.

Será que temos candidatos a seguir o exemplo de SP?

clipped from noticias.uol.com.br

O tempo de espera para realizar transplante de córnea no Estado de São Paulo caiu pouco mais de 90,2% nos últimos dois anos. As informações são da Secretaria da Saúde.
De janeiro a agosto deste ano foram realizados 3.995 transplantes de córnea em São Paulo, contra 4.125 no mesmo período do ano passado. O número é menor porque o total de pessoas que aguardam por um transplante está caindo ao poucos.
“Esse resultado é fruto do esforço dos Bancos de Olhos em aprimorar a captação de córneas em todo o Estado. Atualmente o número de pacientes inscritos na lista de espera é praticamente igual ao total de córneas captadas e distribuídas para transplante. Regra geral, não há mais fila”, afirma Luiz Augusto Pereira, coordenador da Central de Transplantes da Secretaria.
Essa matéria é interessante. Eu admiro o professor Malone faz uns dois anos. O seu trabalho sobre a teoria da coordenação é muito significativo para a engenharia de produção. Acontece, porém, que agora ele está mais pop, com um discurso mais amplo.
Agora tem mais chance de fazer uma disseminação mais acelerada (de suas idéias).

O texto tá em pt-br.

clipped from br.hsmglobal.com

O professor define que coordenar é organizar o trabalho de modo de aconteçam boas coisas, quer você esteja ou não no controle. “Alguns tipos de coordenação são centralizados, outros descentralizados”. Malone explicou que coordenar enfoca as atividades que precisam ser feitas e as realizações entre elas. Cultivar, em contraste, enfoca as pessoas que fazem as atividades: o que elas querem, no que se destacam, e como podem se ajudar mutuamente.

Franquia

Setembro 3, 2009

abrindo ainda jovem.
clipped from revistapegn.globo.com

Para qualquer universitário, a grana quase sempre está curta. Para fugir dessa praga, o americano Nick Friedman resolveu criar seu próprio negócio em 2004, quando ainda estudava na Pamona College. Surgiu então o College Hunks Hauling Junk – algo como Gostosões Universitários Carregando Lixo -, uma empresa de remoção de tralhas e lixo.

Empresário universitário torna-se mais jovem franqueador da América, com 26 anos

Sobre embalagens

Setembro 3, 2009

que interessante. eu não tinha a menor idéia.
clipped from epocanegocios.globo.com
Você vai ao supermercado com a lista de compras que alguém fez sem anotar marca, preço, tamanho ou qualquer outra coisa. Qual xampu pra cabelos secos você escolhe? Qual iogurte de morango? Qual garrafa de água mineral? Certamente, o primeiro impulso é pegar a embalagem com melhor apelo visual, maior número de informações úteis e com uma excelente conveniência na hora de usar (VEJA GALERIA DE FOTOS DE EMBALAGENS PREMIADAS). Mais do que chamar a atenção do consumidor, é notório que um bom planejamento gráfico, um rótulo informativo e um formato inovador demonstram qualidade do produto e conferem credibilidade e seriedade à empresa.
 Divulgação
“Hoje mais de 90% dos produtos no mercado não têm apoio de mídia. Ou seja, eles dependem basicamente da embalagem para serem vistos e comprados pelo consumidor”, afirma Luciana Pellegrino, diretora executiva da Associação Brasileira de Embalagem (Abre).