Resumo sobre a OTMO7
Agosto 27, 2009
A OTMO7 é uma empresa voltada a resolução de problemas importantes para o contexto social do qual somos parte.
A nossa principal linha de atuação é relacionada a software inovadores. Seja para a saúde, para a segurança ou para a educação, nossa prioridade é atender as demandas que a sociedade brasileira tem, seja através dos problemas apresentados por governos, pelos cidadãos, pela iniciativa privada ou por qualquer outra organização que represente uma demanda que precisa ser atendida.
A nossa segunda especialidade é a de treinamentos. Treinamentos que mudem a realidade das empresa, que mudem a realidade do entorno ao qual estamos inseridos, treinamentos que promovam rupturas ou que provavam uma pequena melhoria. Treinamentos em gestão, em tecnologia, em comportamento e em ação.
Se quiser conhecer mais de perto, entre em contato conosco.
OTMO7 Softwares para monitoramento e gestão de recursos
OTMO7 Treinamentos em engenharia e administração
Itajubá, MG: +55 (35) 8416 4911 | Rio de Janeiro, RJ: +55 (21) 8303 2360
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Desempenho e produtividade das americanas
Junho 6, 2008
Desde Lee Iacooca que eu venho acompanhando a questão do mercado automotivo. América versus Japão. Toyota (e nissan etc) versus as 3 grandes. A máquina que mudou o mundo (como disse o Womack) talvez não cause um espanto tão grande agora. Parece que segundo esse relatório Harbour, em 2010 os custos das americanas vai estar igual ao custo das japonesas.
E daí?! É preciso se reinventar. Mudar o ciclo de inovação e geração de valor das indústrias. Caso contrário, provavlemente o caminho será sangrar até morrer.
Abraços,
Daniel
http://bits.blogs.nytimes.com/2008/06/02/to-counter-google-facebook-sets-code-free/?nl=tech&emc=tech
In a bid to counter Google, Facebook is going open-source.
A year after its launched its much-heralded Facebook Platform – a way for third party developers to write programs that work inside the social network – the Palo Alto, Calif., company says it is making a “significant part” of its platform code open-source.
That means developers and companies working in the Facebook ecosystem will be able to see how the code works, manipulate it and give any improvements they make back to the company and other developers.
“The goal of this release is to help you as developers better understand Facebook Platform as a whole and more easily build applications,” the company said in a statement. “We’re also hoping you use Facebook Open Platform in ways we’ve never thought of.”
Though it is posing the announcement as something of an altruistic gift, there’s a bit of a chess strategy behind Facebook’s move. Google launched the competing Open Social initiative last November, a common set of software tools that developers can use to write programs for a variety of social networks, such as MySpace and LinkedIn.
Open Social gives Facebook some formidable competition for the hearts and minds of developers, whose work is seen as integral to making social networks a fun and enduring place for people to spend their time on the Web.
“Developers and users are fickle. They are going to go where barriers to entry are the lowest,” said Jeremiah Owyang, an analyst at Forrester Research. Facebook, he said, “needs to continue to build relationships with these developers or it is just going to be one of many platforms.”
Ainda que tenham governos e composições políticas diferentes, os países desenvolvidos têm algo em comum: a inovação ocupa lugar central em suas políticas industriais, tornando-se motor das estratégias nacionais para a construção de economias mais competitivas no cenário internacional.
Mobilização Brasileira para a Inovação
Essa é uma das conclusões da pesquisa Mobilização Brasileira para a Inovação (Mobit), cujo relatório final foi apresentado durante o seminário “O desafio da inovação no Brasil e as estratégias em sete países”, na sede do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista.
Encomendado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) ao Observatório da Inovação e Competitividade, sediado no IEA, e executado pelo Centro de Análise e Planejamento (Cebrap), o estudo compara as políticas industriais de base tecnológica dos Estados Unidos, França, Canadá, Irlanda, Reino Unido, Finlândia e Japão, de modo a avaliar o papel da inovação no crescimento econômico brasileiro.
Comparando a capacidade inovadora
A pesquisa Mobit foi elaborada a partir de entrevistas com planejadores públicos, empresários e pesquisadores dos sete países. Trata-se de um estudo comparativo das principais estratégias internacionais para o estímulo de economias inovadoras. A partir desse estudo a idéia é aprimorar e conceber, no Brasil, políticas industriais e tecnológicas que reúnam governos, base empresarial, universidades e centros de pesquisa.
“A pretensão não foi estabelecer exatamente uma comparação no sentido de extrair desses sete países políticas a serem implementadas no Brasil. Isso é muito difícil de ser feito, se é que é possível”, disse Glauco Arbix, coordenador geral da pesquisa e professor do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Os dados coletados pelo trabalho são referentes ao ano 2000 em diante.
Programas e diretrizes
“A intenção foi montar um painel de programas e diretrizes e, a partir dos estudos realizados anteriormente no Brasil, captar e traduzir tendências internacionais que servirão de recomendações ao setor público brasileiro no que diz respeito às políticas de inovação, com base na atual Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior do governo federal”, acrescenta.
Segundo ele, apesar de todas as diferenças estruturais, todos os sete países pesquisados transitam para um novo paradigma em que o conhecimento ocupa lugar central na produção econômica. A preocupação de tornar suas economias permanentemente mais inovadoras é algo consensual entre essas nações.
“Isso significa que os sete governos, juntamente com associações de representação de classe e os centros universitários e de pesquisa, desenvolvem ativamente políticas, programas e planos que colocam a inovação no centro de suas estratégias nacionais de desenvolvimento”, aponta Arbix.
Emaranhado burocrático
Em todos os países pesquisados a preocupação em tornar os mercados mais amigáveis à inovação também é algo permanente, o que se traduz em políticas específicas no que se refere à infra-estrutura, ao sistema regulatório, aos incentivos e aos instrumentos necessários para otimizar o desempenho das empresas.
Por outro lado, o trabalho mostra que, por ter criado nos últimos anos novas instituições, leis e políticas específicas, como os fundos setoriais, Lei de Inovação, “Lei do Bem” e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI), o Brasil avançou no que se refere aos instrumentos legais e institucionais voltados à inovação.
Isso faz com que, segundo o estudo, as leis e políticas existentes não impeçam o Brasil de planejar e executar estratégias de crescimento econômico com base na inovação. No entanto, o emaranhado burocrático que constrange a atuação dos órgãos públicos ainda dificulta a coordenação das iniciativas voltadas para a construção de uma economia baseada nas atividades de inovação.
Falta de maturidade
“O Brasil ainda não tem a maturidade necessária quando se trata de definição de políticas industriais, tecnológicas e de inovação”, destacou Arbix. “Em contrapartida, todos os sete países analisados têm sólidas políticas nessas áreas, definem setores prioritários de atuação e conseguem manter essas definições ao longo do tempo e com as mudanças de governo”, afirma.
Entre os grandes obstáculos brasileiros à inovação apontados pelo estudo destacam-se a falta de ordenação política dos órgãos do governo envolvidos com a inovação, a desinformação em relação aos instrumentos de apoio existentes e o prazo longo para liberação de recursos.
Alteração qualitativa
“É totalmente errada a idéia de que basta elevar os níveis de investimentos para alterar qualitativamente a estrutura produtiva e de serviços do Brasil. Não há confirmação ou evidências de que esse seja o caminho mais viável. Os investimentos são sempre fundamentais, mas é necessário analisar os setores em que os recursos serão alocados”, disse.
“Se não determinar a qualidade dos investimentos, o governo brasileiro não dará conta de um dos principais entraves da economia brasileira, que é o atraso do país em relação a sua capacidade inovadora. O aumento de investimentos e o aumento da inovação são duas questões distintas, mas que precisam ser trabalhadas de forma combinada”, concluiu Arbix.
Patricia Seybold Group
Fevereiro 20, 2008
O blog da PSB é o Outside Innovation, que dá nome ao livro que fala sobre os relacionamentos entre empresa e clientes.
Tem uma apresentação no seguinte endereço: http://www.slideshare.net/pseybold/using-web-20-for-outside-i-nnovation-seybold-stm-dec-07/
Business Week e S&P Innovation Index
Fevereiro 11, 2008
A revista Business Week lançou um índice sobre empresas inovadoras. São empresas de capital aberto, que sobem ou caem de acordo com o movimento das ações. E o critério de entrada na lista das 25 empresas é a pesquisa anual feita em parceria com o Boston Consulting Group.
O interessante dessa ranking é ser uma referência sobre empresas que aplicam de alguma forma métodos e ferramentas em busca da inovação.
As listadas, até o próximo mês de maio, são:
Apple (AAPL)
Amazon (AMZN)
Boeing (BA)
BMW (BMW)
Cisco Systems (CSCO)
Dell (DELL)
Genentech (DNA)
eBay (EBAY)
General Electric (GE)
Google (GOOG)
Honda Motor
IBM (IBM)
Intel (INTC)
3M (MMM)
Motorola (MOT)
Microsoft (MSFT)
Nokia
Procter & Gamble (PG)
Samsung Electronics
Starbucks (SBUX)
Sony (SNE)
Target (TGT)
Toyota Motor (TM)
Wal-Mart Stores (WMT)
Walt Disney (DIS)
We’re going to iterate as we go along. Clearly one problem from the getgo is that we are building the index on a survey that took place nearly a year ago. We know that Motorola has blown up and that the cell phone unit is being shopped around Asia (so far no one wants it). Starbucks is in trouble and is trying to get back to the basics of aroma-experience marketing (ending its stinky breakfast fare which interfered with that wonderful coffee smell). Dell is just beginning its transformation from low-cost corporate seller of PCs to higher-priced, stylish, designed machines for individuals. And the whole tech sector is getting hammered as the recession gets nearer and nearer. Apple is down nearly 25% from its high.
PARC Forum
Janeiro 22, 2008
Quero recomendar enfaticamente o site do Palo Alto Research Forum (para quem não conhece a história, uma breve busca na Wikipedia pode dar as pistas mais importantes).
Nesta página específica estão os links para apresentações de diversos grandes nomes (ainda que desconhecidos) que deram suas influenciadas na cultura web que conhecemos hoje. Uma dessas pessoas é o criador do Truemors. Através de uma conversa muito bem elaborada e (muito!) engraçada ele nos mostra como começou, o quanto gastou e as principais ironias de seu modelo de operações, e de outros como youtube, google, ebay.

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